terça-feira, 1 de setembro de 2026

Mr. Big: Mr. Big (1989)

Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação 

Talvez pelo curriculum dos caras, não haveria nome para dar, senão "Senhor Grandão". Saquem só, o baixista Billy Sheeham veio da banda do David Lee Roth, o guitarrista Paul Gilbert do Racer X, o baterista Pat Torpey tocou com Robert Plant e o vocalista Eric Martin era um artista solo da Capitol Records.

O resto é história, hits e tours pelo globo terrestre, mudanças de formação, tretas, idas e vindas até que em 2024, com a partida de Pat, encerraram as atividades com Ten, que acredito não ser o último disco dos caras...

... Indo ao que interessa, em 1989, lançaram seu primeiro álbum, auto intitulado, que tinha uma pegada um pouco mais crua a qual estamos habituados. Impressão reforçada pela qualidade da gravação, que soa como uma demo. 

Addicted to that Rush abre o álbum com muita energia, assim como Wind Me Up. Merciless é o primeiro hit do disco, graças aos ritmo guiado pelo groove e funk. A próxima é uma balada, talvez 9 maior trunfo dos caras na carreira. Atendendo por Had Enough, é bem emotiva e Blame on my Youth é pesada com ritmo dançante.

Take a Walk tem ritmo mais cadenciado, Big Love é doce, alegre e inocente, How Can You Do What You Do tem um ótimo solo. Anything For You encerra a trinca de baladas cheia de dramaticidade. Rock and Roll Over encerra o track normal do CD, com um refrão que define o que é o rock em nossas vidas.

O álbum contém um bônus track, que é 30 Days In a Hole, cover do Humble Pie, que embora não tenha tido grandes mudanças, ficou a cara da banda, encerrando essa ótima estreia dos caras, que se não fosse a gravação... 

Link da resenha no YouTube:

Mr. Big: Mr. Big (1989)

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