Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação
Sabe aquele disco que você escutou demais quando foi lançado e ouvindo esporadicamente ele mantém a mesma vibe? Esse é o sentimento redescobrindo esse clássico do underground uma década depois. Mas essa admiração começa anos antes.
Banda formada em 1994, que tinha em sua formação a vocalista Natacha, o guitarrista Val Santos (ex-Viper) e o baterista Guilherme Martin (Viper, Zumbis do Espaço) com um nome Party Up, que fazia um poppy punk energético que tinha como referências Metallica, Ramones e Balão Mágico. Lançaram um disco muito legal, que tinha o hit Daydream, que fez muito sucesso aqui.
O tempo passou e em 2016 eles lançaram o segundo cd da carreira, que não só mantém a proposta sonora, como mostra maturidade e faz deste o melhor trabalho da banda. Running Out inicia o álbum com muita energia, assim como Tomorrow. Nothing I Can Do coloca todo mundo para dançar e a faixa faixa título è um mix perfeito entre Ramones e B52s.
Take My Hand é a balada do disco, All Away retoma a energia e Nowhere to Hide é arrepiante, Back to You coloca o ouvinte pra dançar, Saturday Night é bem visceral, com violões country bem colocados e se encerra com uma versão mais intimista para Daydream do primeiro álbum, que ficou bem legal.
Como eu digo, se alguém está falando de um disco que foi lançado a uma década atrás, é porque ele é no mínimo relevante e Candy é um puta álbum de se ouvir várias vezes sem perder a empolgação.
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