Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação
Embora rotulada como uma banda de thrash metal/crossover, o som desse quarteto paulista engloba outras referências como o grind e timbragens mais modernas, conjunto de coisas que agrega muito no debut dos caras.
Lançado em 2024, "Perversidade e Violência" chama a atenção pela ótima gravação e ótimas guitarras, que mostram se afiadas logo na abertura com Improletarios. Nunca se Renda é mais direta com passagens bem instigantes. Bastilha Brasileira tem cheiro de palco, enquanto Sem Tempo é violência pura.
A faixa título conta com a participação de Henrick (Rot), que deixaram as coisas mais viscerais. Hackearam nossa Historia conta com André Alves (Statues on Fire/Nitrominds) e Novo Pacto Colonial esbarra no thrash em muitos momentos.
Estatuto da Maldade é cadenciada, Sempre Desobedecer é bem violenta e Paralelo II encerra o track regular do álbum de forma caótica. A versão em CD apresenta os bônus O Chamado e Modus Operando, que soam mais cruas, mas não menos brutais.
O Demophobia é o tipo de banda que se você for fã dos estilos citados nessa resenha, deve ir atrás com urgência.
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