Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação
Antes eu achava que se tratava de uma tremenda injustiça bandas como Riot, Fates Warning e principalmente os canadenses do Anvil ( grupo que resenharemos hoje), não terem o merecido reconhecimento por seus serviços prestados a música pesada.
Formado nos anos setenta sobre o nome Lips, adotando o nome atual em 1981, é reconhecido por fazer um heavy metal que une técnica e voracidade, adquiriu contornos mais extremos em contemporâneos em "Plugged In Permanent", sétimo álbum do quarteto lançado em 1996, que chama a atenção pela bela capa, que faz uma crítica aos unpluggeds lançados na época.
Utilizando timbres mais modernos e colocando mais peso e velocidade nas composições, mostram essa faceta logo na abertura com Racial Hostility, além de ter bumbos velozes, muito groove e partes quebradas. Doctor Kevorkian é veloz e perturbadora, Smoking Green faz uma conexão com o passado dos caras.
Destined for Doom é bem cadenciada e a quadra Killer Hill, Face Pull, I'm Trying to Sleepy e Five Knuckle Shuffle são momentos guiados pela adrenalina, que além de não deixarem ninguém parado, são perfeitas para moer o pescoço.
O encerramento vem com Truth or Consequences, bem sombria e Guilty, uma power ballad (tradicional nos álbuns do grupo). Sendo instigante, perturbadora, tendo técnica e feeling envolvidos.
Se por um lado não conquistaram o topo, conquistaram os bangers com álbuns essenciais na discografia e coração de muitos camisas pretas.
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