Por João Messias Jr.Imagem: Divulgação
O Lacuna Coil é uma banda que até hoje eu não entendo porque eu simplesmente deixei de acompanhar. Claro, que durante esses anos vi que lançaram álbuns, vieram mais algumas vezes ao Brasil. Porém o fato é que nunca mais ouvi seus discos.
Da mesma forma que deixei de escutar, resolvi ouvir novamente. Primeiro adquiri "Delirium", de 2016 e recentemente o mais recente trabalho do grupo, "Sleepless Empire", lançado em 2025 por aqui via Urubuz Records.
Para aqueles que não conhecem os italianos, que beiram as três décadas de existência, começaram inseridos no gothic/doom. Com o tempo, inseriram novas referências como new metal, groove metal, pop, metalcore é com isso se consolidaram como uma das melhores bandas de rock/metal do planeta.
Contando com uma ótima produção e projeto gráfico de primeira, o álbum tem início com The Siege, que é pesada é cadenciada, Oxygen se destaca pelos guturais bem encaixados e Scarecrow lembra o clássico "Shallow Life", que pra mim è o melhor álbum da banda até hoje.
Gravity começa bem sacra, ganha elementos eletrônicos e um refrão melódico interessante, O Wish You Were Dead é pop e legal pacas , Hosting The Shadow é agressiva e conta com Randy Blythe (Lamb of God), In Nomine Patris mescla climas etéreos e a faixa título é bem hipnótica.
A trinca final do disco vem com Sleep Paralysys é caótica, In The Meantime é bem densa e conta com a cantora Ash Costello e Never Dawn encerra o álbum que é bem agressiva, além de ter um refrão poderoso. Um puta disco dessa galera que me faz questionar porque fiquei tanto tempo sem ouvi-los.
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