Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação
Chega a ser um absurdo você ouvir um disco como "Obedientia" e crer que ainda se trata de um grupo que está buscando seu lugar ao sol, pois o terceiro álbum dos cariocas coloca muita banda gringa e nacional metida a besta no bolso.
Contando com um lindo projeto gráfico e uma gravação com excelentes timbres, mostra um black/death empolgante e viciante, que graças a produção, soa bem moderno.
Com faixas que transitam entre os cinco minutos, temos início com Punishment, que é uma introdução acústica inspirada no flamenco. Downfall é densa e melódica, God Above Nothing é mais visceral, Highland Ceremony é um interlúdio melódico e Winged Snake's Communion beira o thrash em muitos momentos.
Praxis Against Ignorante é instigante e impiedosa, a faixa título tem muito do prog, Rites of Conscience evidência o virtuosismo dos músicos e The Carnal Splendour é bem trabalhada e épica.
O encerramento do álbum vem com The Obedientia Marchs to The Abyss, que é uma espécie de "outro", bem melódica e progressiva. Um puta disco, que nos faz tentar entender o porquê desse disco não ter caído no gosto dos camisas pretas daqui. Temos de deixar essa síndrome de vira lata o quanto antes....
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