Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação
Lançado em 2017, esse é o primeiro full desse grupo carioca, que tem como pilar, o vocalista/guitarrista Rodrigo Freire, com a proposta de fazer um som lúgubre e pesado, com alguns temperos aqui e ali. Em especial nos vocais. Tanto os masculinos quanto os femininos utilizam o timbre natural da voz, dessa forma, fugindo das armadilhas do estilo.
O álbum começa com Sen, que é uma introdução, mas é em Umbral que vem a tona as reais intenções do grupo. Um som lento e arrastado, tendo partes velozes e melódicas. After é mais tétrica, Begotten é um interlúdio acústico e Luna tem momentos que se aproximam do gothic rock oitentista.
Deflorate é bem instigante e o disco se encerra com duas faixas longas. Ignotis possui cerca de dez minutos, que é carregada de morbidez, minimalismo e climas etéreos. The Black Satine em seus doze minutos tem climas de Hammond, vozes introspectivos e climas épicos, em especial na segunda metade da canção.
Um disco que agradará em cheio aos doomers e vale dizer que em 2024, a banda soltou um novo trabalho, o EP "God is Dead", disponível apenas nas plataformas de streaming
Link da resenha no YouTube:

Nenhum comentário:
Postar um comentário