Por João Messias Jr.Imagem: Divulgação
Assim como os mineiros do Luvart, a galera do Obscurity Vision teve suas atividades iniciadas nos anos 90, teve uma pausa, retomaram as coisas em 2016 e, logo mostraram o primeiro fruto de retorno, o primeiro e até então único full da carreira, "Dark Victory Day", de 2017.
Praticantes de um black metal, que possui flertes com o death/doom, que fica mais evidente pela divisão de vozes, que vão do gutural ao mais rasgado. Ie Kae da início aos trabalhos, uma intro que já entrega o maior pecado do cd: uma produção abaixo do nível da banda, o que compromete a audição.
Living In a Suicidal Dreams é veloz, assim como Obscurity Creation. Já Benedito of Evil apresenta partes mais cadenciadas, enquanto e faixa título mostra momentos bem fúnebres. Só que temos mais...
... Apodrecendo tem muita morbidez, Slow Agony é impiedosa, I Can See apresenta uns lances mais climáticos, The Silence Is Painful tem partes minimalistas e Sick Minds aposta em momentos quebrados.
A parte final do álbum vem com Violência, que é visceral, Black Funeral é mais cadenciadas e Dark Truth, é a mais longa do álbum. Em quase dez minutos, alterna mudanças de ritmo e passagens bem trabalhadas, encerrando a estreia do então quinteto, que mostrou competência, mas esbarrou na péssima produção.
Após o debut, a banda soltou um debut com o Lord Amoth e apesar de não ter soltado nada novo, hoje atua como um trio, não posta nada novo no Instagram do grupo desde o ano passado.
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