quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Atropina: Prego em Carne Podre (2021)

Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação 

Banda gaúcha que possui três décadas de estrada e esse é o quarto álbum do quinteto. De cara, temos impressões bem positivas, como a boa produção, ótima capa e um som híbrido, que transita entre o black/death, com ótimas melodias. Com um detalhe: tudo feito em português, provando que essa barreira do idioma não existe mais.

Vociferando Sangue começa a nossa audição, bem impiedosa, recheada de velocidade e morbidez. Blasfêmia Eterna possui climas desesperadores, Lágrimas Mortas é puro black/doom, alem de possuir ótimos solos.

A faixa título possui vozes em canto gregoriano e momentos brutais. Gélida Madeira é um interlúdio macabro, Anjo Doentio é dona de guitarras sombrias, Masmorra dos Açoitados possui riffs bem thrash, enquanto Enfermidades Torturadas tem um clima agonizante.

A reta final do disco vem com Delírios Assombrados, que é bem inspirada no metal tradicional, Hereditário Fim é  fúnebre e Pensamento Plano, que encerra o álbum é puro ódio, além de possuir um refrão marcante.

Uma excelente banda, que eu não conhecia e que agora cabe a mim, buscar os materiais antigos 

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