Por João Messias Jr.Imagem: Divulgação
Com uma ótima produção e excelente trabalho gráfico, o álbum tem início com Lux In Tenebris, que "nada tem a ver" com o debut de 1992, pois é uma intro narrada, que abre caminho para Alien, dona de um pique instigante e climático. Sacred Codes é veloz e cheia de groove.
Stellar Necropolis é lenta e arrastada, Memory Hunted possui momentos etéreos, a faixa título é bem progressiva e Varginha's Paradox tem partes pra lá de angustiantes.
A parte final do álbum vem com The Arcane Cosmonaut é bem morbida, Beyond the Cosmic Veil tem uma vibe viajante e a saideira, The Death of Everything é um "outro" perturbador, que coroa esse belo trabmpo do trio, que com certeza estará nas listas de melhores do ano de 2025...
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