Por João Messias Jr.
Imagem: Divulgação
Vendo pelo lado bom, foi interessante ver que o quinteto não desanimou e construiu uma carreira sólida e consistente, que gerou diversos clássicos do metal nacional. Circus of Death, de 1992 marca a banda indo de vez ao thrash, mas antenada com o som da então nova década, indo por caminhos mais cadenciados e trabalhados.
Violence da início ao álbum, que começa até bonitinha, mas se transforma em algo visceral, The Zombie Factory é pesadíssima e cheia de groove, enquanto Dead Clowns é bem a vibe dos 90: cadenciada e empolgante.
Good Day to Die possui grande variedade instrumental, Profit é puro pogo e recebe excelentes guitarras, assim como Powerwish, que recebe um excelente dueto da dupla das seis cordas.
The Healer é uma balada thrash, Beyond my Bad Dreams possui backings bem sacados e Children of War é um bônus, que mostra a sonoridade mais coesa e agressiva, evidenciando o excelente momento do quinteto, que depois lançou os excelentes "Progress of Decadente" e "Scars".
Se você é fã do que rolou no metal nacional da década de 1990 além do Sepultura, esse álbum é um excelente cartão de visitas.
Link da resenha no YouTube:



.jpg)

.webp)


.jpg)